Blog do Rogerio http://www.blogdorogerio.com.br Logística e Tecnologia Mon, 09 Apr 2018 09:35:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.10 https://i1.wp.com/www.blogdorogerio.com.br/wp-content/uploads/2015/09/cropped-novo-banner-top.png?fit=32%2C32 Blog do Rogerio http://www.blogdorogerio.com.br 32 32 37891707 O Segredo da Gestão do Tempo http://www.blogdorogerio.com.br/o-segredo-da-gestao-do-tempo/ http://www.blogdorogerio.com.br/o-segredo-da-gestao-do-tempo/#respond Sun, 08 Apr 2018 21:03:10 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19711 Leia mais...]]>
Você gostaria de ter mais horas no seu dia? Tem a impressão de que tem mais tarefas do que tempo? Acho que todos nós já nos sentimos famintos por tempo em algum momento, e infelizmente muitos de nós experimentam isso todos os dias. Recentemente tive uma conversa interessante com meu colega Elad Levinson, instrutor do curso Prosperidade na mudança, ministrado na plataforma Praxis You.Elad me perguntou: “existe algum lugar onde os líderes não devem focar sua atenção? Você falou um pouco sobre alguns caminhos que os líderes deveriam focar. Mas existem lugares onde a atenção dos líderes não deveria ir, porque simplesmente não é útil ali?”

Esse questionamento me fez pensar em como os líderes hoje estão sobrecarregados com reuniões, conversas, telefonemas, e-mails, mensagens de texto… e tudo acontece ao mesmo tempo! Tudo torna-se muito confuso. E o grande desafio para a atenção é selecionar o que é mais urgente agora e o que é apenas uma distração. Sempre que você presta atenção a um e-mail, texto ou chamada telefônica, você direciona sua atenção para a agenda de outra pessoa. Significa que você perdeu aquele tempo para si mesmo.

Quando você for interrompido, pergunte-se: isso pode esperar? Posso colocar de lado? Você vai descobrir que a resposta é quase sempre “sim”. Líderes precisam da capacidade de decidir o que importa agora e então deixar isso claro com um forte senso de boa vontade. Diga às pessoas, gentilmente: “eu vou chegar lá, mas não agora”.

A realidade da falta de tempo

É necessário lembrar que a falta de tempo é tanto uma questão de percepção quanto de realidade. Em média, as pessoas consomem cinco vezes mais informação hoje do que há 15 ou 20 anos. Leva tempo para absorver todas essa informações. Informação consome atenção. Portanto, muita informação significa atenção empobrecida. Isso é fato hoje.

É por isso que acredito ser tão importante para todos – seja líder ou não – o rigor acerca dos limites da atenção. Não se deixe seduzir pela grande oferta de informações ao seu redor; termine o que tem que ser feito e preste atenção apenas ao que é relevante para isso.

Foco é produtividade – e satisfação

Teresa Amabile e Steven Kramer, psicólogos da Harvard Business School, estudaram 238 membros de equipes engajadas em projetos criativos, desde projetar uma cozinha até sistemas de tecnologia da informação complexos. Os membros da equipe mantiveram diários dos seus dias de trabalho, incluindo relatos de quão produtivos e satisfatórios haviam sido seus dias.

Os dias mais produtivos e satisfatórios foram aqueles onde eles conseguiram focar ininterruptamente em seus projetos. Esses “casulos produtivos” são onde os profissionais conseguem pequenas vitórias, como inovações, resolução de problemas, e dar passos concretos em direção ao objetivo.

Nós todos precisamos esculpir o tempo dessa forma. Há algumas interrupções que não podemos evitar, para ser sincero. E há tempos em que precisamos pedir ajuda aos nossos colegas também. Mas a maior categoria de destruidores de casulos é a turba de distrações onde estamos enterrados.

Fonte: Daniel Goleman e Portal dos Administradores
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Startup brasileira Yellow Bike recebe aporte de USD 9 mi http://www.blogdorogerio.com.br/startup-brasileira-yellow-bike-recebe-aporte-de-usd-9-mi/ http://www.blogdorogerio.com.br/startup-brasileira-yellow-bike-recebe-aporte-de-usd-9-mi/#respond Sun, 08 Apr 2018 20:22:14 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19704 Leia mais...]]> A startup brasileira de compartilhamento de bicicletas Yellow recebeu US$ 9 milhões do fundo brasileiro Monashees e da Grishin Robotics, fundo de investimento russo que pertence a Dmitry Grishin, fundador do Mail.Ru, uma das maiores empresas de internet da Rússia, avaliada em US$ 7,6 bilhões.

A Yellow é uma startup de Ariel Lambrecht e Renato Freitas, ambos fundadores do aplicativo de transporte 99, comprado pela Didi Chuxing, o Uber da China, em janeiro deste ano. Na ocasião, a startup brasileira foi avaliada em US$ 1 bilhão. Eduardo Musa, ex-presidente fabricante de bicicletas Calói, completa o trio de empreendedores.

“Tivemos muito interesse de investidores de fora em aportar recursos na Yellow”, disse Lambrecht (foto abaixo), em entrevista ao blog BASTIDORES DAS EMPRESAS. “Um dos motivos são os três fundadores. As pessoas olham e acreditam que tem chance de dar certo.”

A nova startup da dupla da 99 começará a operar em São Paulo em julho. Será um serviço de compartilhamento de bicicletas equipadas com GPS, que não terá uma estação para fazer a devolução. O consumidor poderá deixá-la em qualquer lugar.

Para usar o serviço, o consumidor usará um aplicativo, que localizará onde está a bicicleta e a liberará para uso. O pagamento será feito também direto no programa para smartphone. Nessa primeira fase, Lambrecht estima que estarão disponíveis 20 mil bicicletas.

O aporte recebido pela Yellow foi considerado um “seed money”, ou seja, é um capital semente, usado para dar o impulso inicial no projeto.

Mas o valor, de US$ 9 milhões, é considerado pouco comum. No Brasil, o “seed money” envolve quantias que não ultrapassam R$ 1 milhão. “É o maior investimento seed money da América Latina”, afirma Lambrecht.

A Monashees, que está apostando na Yellow, foi o primeiro investidor da 99. Criado por Eric Acher, o fundo investe em 48 startups brasileiras, entre elas o marketplace Enjoei e o sistema para empresas na internet Conta Azul.

A Grishin Robotics, por sua vez, tem 22 investimentos. Além da Yellow, ela aposta também em outras operações de compartilhamento de bicicletas, como a oBike, de Cingapura, e a GoBee.Bike, de Hong Kong.

fonte: LinkedIn de e Isto é

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Mulheres motoristas revolucionam entregas em Mumbai http://www.blogdorogerio.com.br/mulheres-motoristas-revolucionam-entregas-em-mumbai/ http://www.blogdorogerio.com.br/mulheres-motoristas-revolucionam-entregas-em-mumbai/#respond Fri, 06 Apr 2018 02:03:13 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19697 Leia mais...]]> A estreia no mundo dos negócios da Revathi começou da mesma forma que, ainda hoje, milhares de outras mulheres começam a empreender: por necessidade. Após a morte do marido, ela se viu sozinha, com os filhos e sem dinheiro para o básico. Estava desesperada, mas conseguiu ter foco para descobrir como usar suas habilidades e sua paixão para seguir adiante. É fácil cair nas armadilhas que os estereótipos armam para a gente e não foi diferente com a Revathi. Quem poderia imaginar que a indiana de sári colorido e brilhante era uma excelente piloto de rally?

Se competir profissionalmente não estava nos planos, ela poderia usar a habilidade na direção para ganhar dinheiro. Em 2007, transformou-se em uma das primeiras motoristas de táxis de turismo em Mumbai. Dez meses depois de dirigir pelas ruas da cidade, criou o Forsche (uma brincadeira com Porsche), a primeira empresa de táxis da Ásia somente com mulheres motoristas – chegou a contar com 30 carros -, que atraiu investimento de um fundo japonês.

O casamento não deu tão certo. Após sair do negócio, Revathi seguiu investindo em transporte, mulheres e empoderamento. Desenvolveu centros de treinamento de direção em uma startup em Cingapura. Em 2016, identificou a oportunidade que trazia uma mistura de solução de logística, empreendedorismo social e empoderamento econômico feminino.

Com espírito inovador e bastante revolucionário, principalmente quando se pensa em Índia e nos papéis e valores que ainda buscam limitar a participação feminina, chegava o Hey DeeDee (deedee significa irmã mais velha em Hindi). A empresa é um serviço de entrega que cobre o “último quilômetro” em “duas rodas” somente com… adivinhe: mulheres motoristas, agora em motos.

Revathi percebeu que entregas rápidas (documentos, compras, comida, remédios, flores, etc) eram o pesadelo da maioria dos e-commerce na megalópole Mumbai, que implorava por uma solução ágil e de baixo custo. Mas, para Revathi, a intenção fundamental, além da clara oportunidade de negócios, era oferecer às mulheres de comunidades pobres e em situação de vulnerabilidade um caminho que ela havia perseguido há quase 10 anos: um início de independência econômica. “Se eu pude ganhar dinheiro como motorista, por que não fazer o mesmo por outras mulheres?”

A atividade de motorista comercial na Índia, segundo ela, é recente. Aprende a dirigir apenas quem tem condições financeiras de comprar um carro. Revathi sabia que o tipo de serviço que estava criando poderia revolucionar a vida de muitas mulheres. Hoje, são mais de 3 mil treinadas.

A Hey DeeDee oferece um treinamento de pilotagem e desenvolvimento profissional durante 45 dias. Ao final, as que passam no curso e têm interesse são automaticamente absorvidas pela plataforma. A empresa mantém parcerias com instituições financeiras, com a finalidade de oferecer condições mais favoráveis na compra da moto própria. A meta é ter 10 mil mulheres capacitadas até o final de 2018.

Revathi diz que a convivência com essas mulheres e a transformação que pode ver na vida de cada uma é o seu maior orgulho e combustível. E é um bom negócio também: a plataforma fica com 25% – 30% de comissão e trabalha com parceiros como Amazon, Pizza Hut, Subway e vários gigantes do varejo indiano.

Hey DeeDee tem sido um agente de mudança e já foi além de Mumbai. A plataforma atende hoje mais de 10 cidades e a ambição é tornar-se a maior empresa de logística somente com mulheres.

No pequeno escritório de Revathi há uma frase da escritora J.K Howling que diz: “atingir o fundo do poço foi a base sólida de onde eu reconstruí a minha vida”. Foi verdade para Revathi e tem sido a realidade para dezenas de mulheres que hoje fazem parte do programa.

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Da fábrica para a sua casa, os ganhos com a venda direta http://www.blogdorogerio.com.br/da-fabrica-para-a-sua-casa-os-ganhos-com-a-venda-direta/ http://www.blogdorogerio.com.br/da-fabrica-para-a-sua-casa-os-ganhos-com-a-venda-direta/#respond Sun, 01 Apr 2018 12:48:27 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19689 Leia mais...]]> Acostumada a decidir o destino de milhões de litros de bebidas todos os anos, a equipe dos sucos de frutas Del Valle, pertencente à Coca-Cola, tem quebrado a cabeça para desenvolver um canal de venda inédito. Nesse caso, o projeto — pelo menos por enquanto — está bem distante da escala com que o time lida normalmente. Lançado em fevereiro, trata-se de um serviço online que oferece cestas de café da manhã com itens variados, como pão, queijo e, claro, produtos da marca. Em fase de teste na Barra da Tijuca e na zona sul do Rio de Janeiro, a novidade funciona em parceria com padarias que preparam as cestas e cuidam das entregas.

Não é a primeira vez que a gigante de bebidas americana investe numa iniciativa de venda direta pela internet no país. Desde dezembro de 2016, a Coca-Cola vendeu cerca de 220.000 itens, entre garrafas personalizadas e latas com embalagens especiais, que podem ser encomendadas sem quantidade mínima diretamente no site da companhia — 54 delas, por exemplo, foram pedidos de casamento. “Nessas novas frentes, ganhamos proximidade dos consumidores e desenhamos novos caminhos para aumentar o volume de vendas”, afirma Adriana Knackfuss, vice-presidente de transformação digital da Coca-Cola.
A iniciativa da Coca-Cola ilustra um movimento crescente da indústria na direção de lançar plataformas de venda direta. Segundo uma pesquisa realizada no ano passado pela consultoria LCP Consulting e pelo centro de estudos da cadeia de suprimentos da Universidade Cranfield, no Reino Unido, 48% dos maiores fabricantes globais de bens de consumo estão construindo ou aprimorando canais de venda direta para o consumidor. A maior parte envolve lojas virtuais.

De acordo com a situação, há várias razões que justificam essas iniciativas. Para especialistas, a venda sem intermediários permite entregar dois atributos cada vez mais desejados, como no caso da Coca-Cola: conveniência e personalização. Também permite coletar dados sobre os hábitos de consumo, sem o filtro tradicional do intermediário varejista. “A indústria busca cada vez mais capturar informações para desenvolver novos produtos e comunicação personalizada”, afirma Flávia Takey, sócia da consultoria The Boston Consulting Group e especialista em consumo e varejo.

Finalmente, e não menos importante, essas empresas procuram escapar do ataque inesperado de startups que, sobretudo nos Estados Unidos, começam a ver uma brecha inédita para competir de igual para igual com as grandes. Desde 2012, pequenas marcas que surgiram com a venda direta via internet receberam 3 bilhões de dólares de investidores de risco nos Estados Unidos.

Em geral, essas novas empresas avançam em mercados dominados por gigantes, como o de lâminas de barbear. Em 2010, a Gillette, marca da Procter & Gamble e líder do setor no mundo, tinha 70% de participação no mercado americano. Atualmente, possui 54%. A erosão se deve sobretudo à atuação de empresas como o clube online de venda de lâminas por assinatura Dollar Shave, criado em 2011 e comprado pela anglo-holandesa Unilever por 1 bilhão de dólares cinco anos mais tarde. O movimento continua. Em novembro, a Procter & Gamble comprou a startup americana Native, fabricante de desodorantes que vendia em seu próprio site, por um valor não revelado.

Algumas empresas têm usado o novo canal de vendas como campo de testes. É o caso da fabricante de alimentos americana Mondeléz, que decidiu abrir uma loja da marca Lacta apenas durante as vendas para a Páscoa, desde o ano passado. Como a empresa descobriu que o consumidor online de Lacta compra ovos para toda a família, a quantidade de combos disponíveis na plataforma dobrou na Páscoa neste ano. A ideia é usar parte da informação obtida online para aplicá-la às promoções no varejo comum e no e-commerce de outras varejistas.
A Mondeléz tem a meta de ampliar suas vendas online para 1 bilhão de dólares no mundo, tanto em lojas próprias como na de terceiros, nos próximos três anos. A base atual não é revelada. Mesmo globalmente, trata-se de uma experiência recente. A mais antiga investida da Mondeléz nesse sentido começou com uma loja virtual da marca de chocolates Cadbury, no Reino Unido, há apenas três anos.

Mesmo em empresas que estão há mais tempo nessa jornada, é raro encontrar as que revelam dados sobre a relevância dos canais diretos no faturamento — ou nas margens. Mas é possível ver sinais de crescimento. A fabricante de bebidas Ambev, por exemplo, lançou uma loja virtual própria em 2011, o Empório da Cerveja, que oferece as modalidades de vendas episódicas ou por assinatura. Em 2017, a companhia intensificou a experiência de venda sem intermediários com a abertura de 16 bares próprios das marcas das cervejas artesanais, como a americana Goose Island e a paulista Colorado, onde são oferecidas bebidas exclusivas e realizados eventos de lançamento.

Em setembro, a companhia abriu na Vila Mariana, em São Paulo, a loja do Empório da Cerveja. Lá, é possível comprar e receber em casa ou levar o produto na hora. “Os novos canais são uma maneira de se aproximar do consumidor e também de testar a aceitação de novos produtos”, afirma Pablo Pedalino, diretor de marketing de cervejas artesanais da Ambev, que não revela números da operação. Lojas próprias também foi a alternativa eleita pela fabricante de alimentos Bauducco. Em 2012, criou o modelo da Casa Bauducco, que funciona como cafeteria e também como mercado para vender produtos da marca. Atualmente são 35 unidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A meta é chegar a 100 unidades até 2020 — boa parte delas franqueada. A empresa, no entanto, não revela o faturamento da operação.

No mundo, experiências mais consolidadas mostram que a venda direta pode se tornar um caminho rentável — além de ser um ponto de contato privilegiado com o consumidor. A fabricante de produtos esportivos Nike, cujas vendas online quase quintuplicaram nos últimos dez anos, anunciou em meados do ano passado o que chamou de consumer direct offense, ou “ofensiva direta ao consumidor”. A principal meta dessa ofensiva é, até 2020, aumentar as vendas em lojas próprias para 16 bilhões de dólares, quase o dobro do patamar atual, para que se tornem equivalentes a 30% das vendas estimadas pela companhia para aquele ano.

Há uma boa razão para seguir esse caminho. A margem bruta da venda direta é de 62%, enquanto em seus negócios de atacado é de 38%. A mensagem é clara: perder tempo nessa jornada de chegar diretamente ao consumidor também significa deixar dinheiro na mesa.

Fonte: Portal Exame

 

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Donald Trump quer reduzir domínio da Amazon http://www.blogdorogerio.com.br/donald-trump-quer-reduzir-dominio-da-amazon/ http://www.blogdorogerio.com.br/donald-trump-quer-reduzir-dominio-da-amazon/#respond Wed, 28 Mar 2018 23:41:55 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19685 Leia mais...]]> Donald Trump tem na Amazon o seu mais recente alvo. O presidente norte-americano está a considerar a imposição de um status fiscal elevado e ações de anticonfiança. Donald Trump estará já de olho em todos os meios legais que possa utilizar contra a empresa.

De acordo com fontes próximas da administração Trump, o presidente dos EUA está mesmo “obcecado”, pois acredita que a Amazon é uma força negativa para os pequenos retalhistas locais e quer encontrar uma forma de reduzir o domínio da Amazon, que julga, de acordo com o “Expansiòn”, possuir total liberdade por parte dos serviços de correio da US Postal.

De resto, o Supremo Tribunal pondera abrir um processo, onde poderá dar mais poder na cobrança de impostos dos vendedores online. No entanto, a Amazon já cobra esse imposto sobre as vendas dos produtos, mas quando surge um vendedor terceirizado a usar a plataforma, cabe ao mesmo fazer a cobrança do imposto, só que na maior parte dos casos, essa cobrança não é feita.

Fonte: Jornal Económico

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99 e o Uber juntos? http://www.blogdorogerio.com.br/99-e-o-uber-juntos/ http://www.blogdorogerio.com.br/99-e-o-uber-juntos/#respond Wed, 28 Mar 2018 01:47:05 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19681 Leia mais...]]> O SoftBank pode estar negociando mais um grande passo para se tornar um dos maiores financiadores da tecnologia mundial: a fusão entre as gigantes do transporte Didi Chuxing (chinesa que adquiriu recentemente a brasileira 99) e a americana Uber.

O rumor vem de Wang Xing, CEO da plataforma chinesa para avaliação e delivery de restaurantes Meituan. Enquanto a Meituan recentemente entrou para o mercado de mobilidade urbana, a Didi Chuxing investiu em delivery de pratos – e as duas empresas se tornaram grandes rivais nos dois setores.

Em postagem na rede de microblogs chinesa Fanfou.com, Xing afirma que há conversas de fusão entre Didi Chuxing e Uber promovidas pelo fundo bilionário SoftBank.

Depois, alfineta que a Didi cresce por conta de seu interesse em expandir capital, enquanto sua empresa focaria no atendimento aos clientes. A Meituan é apoiada pela gigante de tecnologia Tencent, assim como a competidora Didi Chuxing, e planeja um valuation de 60 bilhões de dólares em seu IPO em Hong Kong.
O SoftBank possuiria um bom poder de barganha para negociar uma fusão entre as duas gigantes da tecnologia. O fundo bilionário do japonês Masayoshi Son já é o maior acionista do Uber, com 15% de participação, e realizou aportes na Didi Chuxing. O SoftBank também entra para o mercado brasileiro (e agora mexicano) pela 99, aquisição da Didi.

O bilionário japonês por trás do SoftBank já disse acreditar que os robôs vão mudar a força de trabalho “inexoravelmente” e que as máquinas serão mais inteligentes que as pessoas.

A intenção de Son é possuir participações em todas as empresas que possam sustentar as mudanças globais causadas pela inteligência artificial no transporte, na alimentação, no trabalho, na medicina e nas finanças. A fusão entre Uber e Didi Chuxing seria mais um grande passo na construção de seu império.

Fonte: Portal Exame

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Fusão da Boeing com a Embraer vai agregar área de jatinhos http://www.blogdorogerio.com.br/fusao-da-boeing-com-a-embraer-vai-agregar-area-de-jatinhos/ http://www.blogdorogerio.com.br/fusao-da-boeing-com-a-embraer-vai-agregar-area-de-jatinhos/#respond Sun, 25 Mar 2018 20:15:48 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19678 Na fusão entre Boeing e Embraer, todo o setor de defesa ficará de fora do acordo. Para engordar o faturamento dessa nova empresa, a ideia é agregar ali também a área de jatinhos executivos da companhia, responsável hoje por 15% do faturamento da Embraer.

Fonte: Veja

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A Kombi vai voltar! http://www.blogdorogerio.com.br/a-kombi-vai-voltar/ http://www.blogdorogerio.com.br/a-kombi-vai-voltar/#respond Sun, 25 Mar 2018 19:42:58 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19675 Leia mais...]]> A Kombi vai voltar e tecnologicamente atualizada! O chefão da VW, Herbet Diess, anunciou durante o concurso de Pebble Beach, na Califórnia, que o I.D BUZZ, um conceito moderninho que rodou o mundo em salões de automóveis, vai para a linha de montagem e receberá o nome bem careta de Microbus.

Apesar de futurista e elétrico, o modelo é apontado como o sucessor da Kombi.
“Esse carro vai unir o passado e o futuro como o encontro de Pebble Beach com o Vale do Silício”, afirmou Diess. O executivo disse ainda que a nova Kombi será um importante pilar no projeto de carros elétricos da VW.

A previsão é que o modelo chegue ao mercado em 2022, em uma versão compacta, de quatro portas. Os mercados potenciais são América do Norte, Europa e China.

A motivação para transformar o conceito em realidade, segundo Diess, foi o expressivo número de cartas e e-mails recebidos de consumidores após o I.D Buzz ser exibido nos salões de Detroit e Genebra.
A escolha pelo anúncio na Califórnia não foi em vão. A velha Kombi foi um ícone da cultura hippie, que nasceu por lá nos anos 60 do século passado.

Se comparado com a Kombi, o I.D BUZZ será um pouco maior. O comprimento é de 4,92 m ante 4,5 m da “Velha Senhora”, a largura da nova é de 1,97 m ante 1,72 m da antiga. Porém, será mais baixa: 1,96 m enquanto a antiga tem 2,0 m.

O conceito I.D Buzz faz parte de uma família movida a eletricidade. Um hatch, o ID, já foi mostrado e a estimativa é que nos próximos anos cheguem ao mercado toda a linha, que contará ainda com um sedã e um SUV.

Fonte: Autopapo

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Amazon supera Google e se torna a segunda empresa mais valiosa do mundo http://www.blogdorogerio.com.br/amazon-supera-google-e-se-torna-a-segunda-empresa-mais-valiosa-do-mundo/ http://www.blogdorogerio.com.br/amazon-supera-google-e-se-torna-a-segunda-empresa-mais-valiosa-do-mundo/#respond Wed, 21 Mar 2018 21:26:10 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19670 Leia mais...]]> A gigante do varejo Amazon se tornou nesta quinta-feira (20/03/2018) a segunda maior companhia do mundo em valor de mercado. A conquista fez o Google , que antes ocupava essa posição ser rebaixado no ranking. A companhia comandada por Jeff Bezos fechou o dia com alta de 2,7% e chegou a um valor de mercado de aproximadamente US$ 768 bilhões (ou R$ 2,513 trilhões).
O Google, representado oficialmente pelo conglomerado Alphabet , que também comanda empresas como a Nest, perdeu a posição para a Amazon ao atingir a marca de US$ 762,8 bilhões (cerca de R$ 2,494 trilhões) após queda de 0,39%. A Apple, que já está há mais tempo no mercado, é avaliada em US$ 892 bilhões (R$ 2,919 trilhões).
Como lembra a Bloomberg , o resultado indica a confiança e o otimismo de investidores na empresa de Bezos quando o assunto é comércio eletrônico. Em 2017, as ações da empresa subiram 83%. Atualmente, a empresa tem 196 milhões de usuários únicos diariamente e apresenta, com frequência, novos produtos e serviços como o de computação em nuvem, em que lidera com ampla distância para Microsoft e Google.

Além disso, de acordo com pesquisadores, se continuar registrando as taxas de crescimento do último ano, a Amazon poderá alcançar a Apple antes da mesma atingir a expressiva marca de US$ 1 trilhão. A troca de posições entre as empresas ocorreria em agosto deste ano e levaria à marca de US$ 1,1 trilhão já em outubro.

As projeções também indicam que a Apple deverá chegar à mesma marca em até dois anos. Caso consiga manter as taxas de crescimento registras nos últimos trimestres, poderá atingir tal feito somente em setembro, um mês depois da nova segunda colocada.

Vale destacar que os números expressivos registrados pela Amazon fizeram Jeff Bezos ficar por vezes na primeira posição no levantamento dos mais ricos, dominada desde maio de 2013 pelo fundador da Microsoft, Bill Gates. Em 2017, a fortuna do empresário teve crescimento de US$ 34,2 bilhões.

Fonte: Ansa e Brasil Econômico

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Correios perdem fôlego para sair da crise http://www.blogdorogerio.com.br/correios-perdem-folego-para-sair-da-crise/ http://www.blogdorogerio.com.br/correios-perdem-folego-para-sair-da-crise/#respond Sun, 18 Mar 2018 23:51:04 +0000 http://www.blogdorogerio.com.br/?p=19663 Leia mais...]]> Há pouco mais de uma década, os Correios eram considerados a instituição mais confiável do país. A certeza de que uma carta ou encomenda chegará às mãos do destinatário já não existe mais. Atualmente, quase todo mundo tem uma história de pacote perdido para se queixar dos Correios. Não é à toa. O relatório de uma auditoria da Controladoria Geral da União (CGU), que fez uma avaliação da estatal no segundo semestre do ano passado, revela a dimensão dos problemas de logística da empresa. Em apenas seis anos, a quantidade de indenizações pagas pela estatal por atrasos, extravios e roubos aumentou 1.054%, chegando a um prejuízo de R$ 201,7 milhões somente com perdas de encomendas em 2016. O dado mostra não apenas a queda na qualidade do serviço, mas evidencia como a crise tem uma característica autofágica: acumulando perdas financeiras há três anos, os Correios não têm recursos para investir na própria infraestrutura para recuperar a confiança em sua operaç
Se destinatários e remetentes estão insatisfeitos, o mesmo acontece com os funcionários da estatal, que realizaram uma greve no início da semana passada. Carteiros e empregados da estatal ouvidos pelo GLOBO relataram condições de trabalho cada vez mais precárias. Eles apontam três problemas principais na operação: material inadequado nos centros de distribuição, redução das linhas de transporte e falta de pessoal.

Nos centros de distribuição espalhados pelo Brasil, há salas de triagem sem ventilação, goteiras sobre encomendas, falta de instrumentos de trabalho e muita desorganização.

Necessidades

No Centro de Distribuição (CDD) da Tijuca, na Zona Norte do Rio, os últimos meses foram em meio a goteiras e poças nas salas de triagem. Nas unidades da Barra e do Recreio, Zona Oeste, as caixas com cartas e encomendas ficam espalhadas em mesas e pelo chão diante do acúmulo de itens sem espaços apropriados. Em Senador Camará, também na Zona Oeste, os funcionários convivem com carros e caminhões desativados abandonados ao ar livre.

As queixas dos funcionários mostram que as dificuldades operacionais dos Correios residem em detalhes simples, como a falta de unitizadores, que são contêineres desmontáveis que facilitam a organização e o transporte das encomendas e correspondência. Com paredes de papelão montados em uma base de borracha, esses contêineres precisam de uma tampa plástica para serem empilhados nos caminhões. Nas unidades do Rio e de todo o país, as tampas estão cada vez mais em falta. Como as danificadas não são repostas por falta de recursos, os funcionários levam muito mais tempo para organizar o transporte da carga, que muitas vezes é feito abaixo da capacidade do caminhão, e têm dificuldade de manter a integridade dos pacotes. Começam assim os atrasos e perdas.

Não é apenas uma questão de equipamento. Nos últimos anos, a empresa perdeu funcionários. Uma atividade antes distribuída entre três ou quatro pessoas é feita hoje por uma, dizem empregados. A empresa inciou recentemente uma política em que carteiros deixam de passar diariamente para atender mais ruas em dias alternados. No Rio, essa prática começa em abril.

— As pessoas reclamam comigo, mas queria que entendessem que a culpa não é nossa, mas da empresa — diz um carteiro, que prefere não se identificar. — Vivemos uma rotina de trabalho duro, sem estrutura, e com sobrecarga de trabalho. Na triagem (de cartas e encomendas), fazemos o trabalho que deveria ser dividido com mais uma ou duas pessoas.

O acúmulo de serviço só não é pior que a insegurança para rodar com carros, caminhões ou até mesmo a pé. Numa roda de carteiros perto de um centro de distribuição no Rio, a discussão é sobre quem foi roubado mais vezes.

— Em quase 15 anos como carteiro, já fui assaltado mais de 25 vezes. Roubam toda a carga e nossos pertences. Já perdi três alianças. Só não largo meu emprego por causa da minha família — lamentou outro funcionário que não quer ter o nome revelado por medo de retaliações.
Os Correios cogitaram suspender as entregas de encomendas na periferia do Rio este ano e só manter o serviço de correspondência, mas a medida foi desencorajada no governo.

— Queremos condições justas de trabalho — diz Ronaldo Martins, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Rio de Janeiro (Sintect-RJ).

A estatal nega aumento da carga de trabalho dos funcionários. Segundo a empresa, o quadro de pessoal está sendo “adequado considerando a queda dos serviços de mensagens e o crescimento das encomendas”. A empresa afirmou que conversa com parceiros sobre planos de investimento em infraestrutura para reequipar centros de distribuição. Em razão do tamanho da empresa, dizem os Correios, queixas pontuais podem existir em algumas unidades.

Por trás do caos operacional estão prejuízos bilionários que prejudicam os investimentos dos Correios. Segundo fontes, o balanço financeiro de 2017, a ser divulgado nos próximos dias, deverá registrar o terceiro prejuízo consecutivo, de R$ 2 bilhões, de uma estatal que era, historicamente, superavitária. Desde 2015, os Correios acumulam rombo de R$ 5,5 bilhões: resultado de anos marcados por corrupção, uso político e má gestão, com queda na qualidade dos serviços.

Ainda no governo Lula, indicações políticas levaram ao mensalão. O escândalo começou com um vídeo de um funcionário dos Correios que recebia propina. No governo Dilma, a empresa começou a ter problemas de caixa em razão da política de represamento de reajustes de tarifas para conter a inflação. A capacidade de investimento também foi reduzida com o recolhimento de R$ 3 bilhões em dividendos pelo governo em três anos.
Enquanto os gastos cresciam, as receitas ficavam estagnadas nos últimos anos. As despesas com pessoal dispararam: 62,6% em cinco anos. Em 2016, foram mais de R$ 12 bilhões. Os Correios tentaram frear a escalada com um programa de demissão voluntária. Com incentivos, mais de dez mil funcionários já pediram as contas. O problema é que a economia que o PDV representará no futuro aumenta as despesas no presente: metade do prejuízo do ano passado se deverá a custos com as demissões voluntárias.

Riscos

Desde 2013, a folha de pagamento se tornou um problema maior. Segundo o presidente dos Correios, Guilherme Campos, um dos principais motivos é a extensão de benefícios a aposentados. Como os carteiros da ativa, eles têm direito a serviço médico para si e seus dependentes. Os gastos com plano de saúde e auxílio pós-emprego dos Correios chegaram a R$ 1,7 bilhão em 2016. A empresa tentou cortar parte deles este ano e acabou colhendo uma greve na última semana. Uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve o corte gradual, que deverá representar economia de R$ 400 milhões por ano. Para Campos, trata-se de um privilégio que não cabe mais na realidade dos Correios. Para os sindicalistas, é absurdo cobrar mensalidade por plano de saúde dos carteiros, que têm salários iniciais em torno de R$ 1.600, um dos mais baixos entre as estatais.
A avaliação dos órgãos de controle é que, se não houver medidas urgentes a curto prazo, os Correios se tornarão gradativamente dependentes de recursos transferidos pela União para seu custeio.

A poucos dias de deixar o cargo para concorrer nas eleições de outubro, Campos disse que várias outras ações amargas são necessárias para colocar a empresa no século XXI, onde entregar encomendas passou a ser a prioridade em vez de distribuir a antiga correspondência. Para ele, o monopólio postal perdeu sentido num cenário de crescimento de entrega de encomendas, nicho no qual a estatal tem de competir com outras companhias. Ele diz que os funcionários ainda não entenderam a mudança do mercado.

— A greve acentua e acelera a ida para o mundo digital. Cada vez que o funcionário dos Correios faz greve, empurra os clientes para solução digital — disse Campos, com a ressalva de que ainda há muita gente no interior sem acesso à internet.

Nos rincões do país, porém, os carteiros continuam a rodar de bicicleta. A orientação da gestão atual é levar a empresa de volta ao lucro concentrando esforços nos grandes centros do país, onde é possível ganhar mais dinheiro.

Outro foco da estratégia da empresa é tentar abocanhar o mercado de importados. A ideia é fazer com que empresas, principalmente chinesas, paguem um preço justo pelo tipo de produto que entregam. Isso requer não só investimentos — como instalação de novos equipamentos e aumento do número de postos aduaneiros e de tratamento de cargas — como também uma negociação com o governo chinês.

Fonte: Época Negócios

 

 

 

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