O novo enoturismo na Herdade do Esporão
mai 18th, 2012 by admin
Logistica, Transporte e Tecnologia
mai 18th, 2012 by admin
mai 17th, 2012 by admin
A dois meses do prazo estipulado pelo governo português para a venda da companhia aérea estatal TAP, a Avianca, do brasileiro German Efromovich, desponta como favorita a ficar com o negócio. Pessoas ligadas aos responsáveis pela venda da empresa dizem que o governo de Portugal não quer ver a TAP nas mãos da espanhola Ibéria, que já declarou interesse no negócio. Os espanhóis utilizariam Madri como centro de distribuição de rotas, o que diminuiria substancialmente os voos diretos para Lisboa. De quebra, isso teria impacto negativo na privatização da empresa aeroportuária do país. Os portugueses já declararam a preferência por uma empresa brasileira, já que metade dos voos internacionais da TAP tem o Brasil como destino. A TAM e sua sócia chilena LAN teriam muitas rotas que se sobreporiam às da companhia portuguesa, e a Gol, em meio a problemas financeiros, não teria interesse no negócio. Já a Avianca, que é associada da TAP na Star Alliance, é apontada como a parceira ideal dos portugueses no continente americano.
Fonte: Blog Primeiro Lugar e Portal Exame
mai 16th, 2012 by admin
Simulações da Agência Nacional de Energia Elétrica indicam que, se houver renovação dos contratos de concessão de energia, que vencem a partir de 2015, pode haver uma redução nas tarifas de até 12%. A informação é do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner.
“A Aneel fez uma série de simulações, com uma série de premissas, e os valores podem ir de 3% a 10%, ou 12%. Depende de que condições serão colocadas e que valores vão ser fixados para essas tarifas”, afirmou Hubner.
A redução viria por meio do cálculo dos ativos das usinas que já foram amortizados e, portanto, deixariam de ser remunerados. O Tribunal de Contas da União (TCU) renovou na semana passada o prazo de 60 dias para que o Ministério de Minas e Energia defina se as concessões serão renovadas ou licitadas e o modelo que será seguido. Depois desse prazo, a Aneel terá 30 dias para encaminhar um plano de ação ao TCU que contenha datas, atribuições e responsáveis para avaliar os ativos das concessões.
Fonte: Agência Estado (AE) e NTC Logística
mai 16th, 2012 by admin
O mercado português deixou de ser prioritário para as autoridades angolanas, sobretudo no que toca a investimento directo. Quem o diz é o próprio governo angolano.
“O Estado tem hoje outras prioridades. Estamos a olhar mais para os problemas internos do que para os problemas externos”, disse ontem Manuel Vicente, ministro de Estado e da Coordenação Económica de Angola.O governante falava numa conferência de imprensa em Luanda, para apresentação do balanço de actividades do executivo no primeiro trimestre deste ano.
Recorde-se que Angola tem vindo a aumentar o seu peso enquanto parceiro económico de Portugal nos últimos anos, quer no que diz respeito a investimento, quer nas trocas comerciais. Nesse sentido, aliás, Angola assumiu-se no primeiro trimestre de 2012 como o quarto maior parceiro comercial da economia portuguesa, atrás de Espanha, Alemanha e França.
Mas, pelo menos no que diz respeito a investimento directo, Angola parece agora menos disposta a virar-se para Portugal. Questionado sobre se Luanda iria participar no programa de privatizações em Portugal nos sectores da comunicação e dos transportes, Manuel Vicente deixou tal iniciativa para os privados. “Os empresários privados são livres. Onde eles encontrarem oportunidades e virem que há, de facto, a criatividade e a escala para investir, só nos resta, como governo, apoiarmos essas iniciativas”, disse.
Fonte: Diário Económico
mai 15th, 2012 by admin
Inaugurada oficialmente no início de maio, a nova fábrica de caminhões Mercedes-Benz no Brasil, em Juiz de Fora, MG, está em operação desde janeiro. “Com investimento de R$ 450 milhões, a nova unidade foi transformada e preparada para a produção de caminhões Accelo e Actros num tempo recorde de 18 meses”, afirma Jürgen Ziegler, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO para a América Latina. Enfatizando diferenças com a concorrente MAN, que anunciou o TGX nacional em etapas, a Mercedes-Benz começou de uma vez só com a produção de todos os modelos Actros que vinham importados, nas configurações 6×2, 6×4 e 8×4. E ainda acena com a oferta de um 4×2 para muito em breve. A estratégia vem dar suporte ao objetivo de acelerar rapidamente a produção da planta, que começa com uma previsão para 12 mil unidades no primeiro ano, sendo 9 mil Accelo e 3 mil Actros. Daqui a dois anos, a soma deve saltar para 20 mil unidades/ano, atingindo-se a capacidade instalada hoje de 50 mil unidades em 2020, explica Ziegler. O crescimento da produção do Actros está estruturado em cima da exploração de nichos e o consequente aumento da oferta de modelos, o que deve ocorrer rapidamente. A nova planta de Juiz de Fora é apresentada como uma síntese do que há de mais moderno e inovador em termos de produção de caminhões, tanto do Grupo Daimler, como de outras indústrias do setor. Mais do que revolucionária, a proposta da planta é ser eficiente. “Diversos benchmarkings e kaizens foram realizados para identificar os melhores métodos relacionados especialmente à fabricação e à logística”, afirma Ronald Linsmayer, vice-presidente & Chief Operational Officer da área de Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. “Chegamos a uma configuração de alta produtividade e flexibilidade.” A fabricação de dois produtos completamente distintos numa mesma linha de montagem, o caminhão leve Accelo e o extrapesado Actros, foi definida por uma questão de racionalidade. Considerando as características da planta de São Bernardo, transferir a produção da linha leve Accelo era a decisão mais simples e rápida de ser implementada, explica André Luiz Moreira, diretor de Produção de Caminhões. O conceito da planta é mesmo uma antítese do Consórcio Modular mantido pela MAN em Resende, RJ. Atividades essenciais, como produção e controle da qualidade, são consideradas core business, ficando a cargo de pessoal interno, em ação que representa a visão da companhia sobre como assegurar o elevado padrão mundial de qualidade dos seus caminhões. “Outras atividades, executadas por terceiros, contam com nosso planejamento, garantindo a qualidade necessária”, explica Linsmayer. Além disso, todos os procedimentos foram estudados e avaliados de forma a garantir a eficácia do sistema corporativo de gestão integrada. Os processos escolhidos têm como premissa a sustentabilidade. Conceitos como Kan-ban, Just-in-sequence, One-piece-flow e Lean Manufacturing (Produção Enxuta) foram combinados de forma que não há na unidade estoque ou desperdício ao longo do processo fabril. Outra avançada medida derivada dos benchmarkings é a criação dos Portais da Qualidade. Ao longo de toda a linha de montagem, 37 estações de verificação e autocontrole asseguram a qualidade em cada etapa do processo de produção. A montagem de cabine, especificamente, possui 65 estações. Na unidade, toda revisão, inclusive a final, é feita sobre a linha de montagem. Foi estabelecido na planta um “parque industrial de fornecedores” – o I-Park, área na qual estão sediadas empresas provedoras de componentes e submontagens. Este conceito possibilita aperfeiçoar a entrega de diferentes conjuntos, em forma de kits, diretamente na linha de montagem, seguindo o conceito just-in-sequence. As empresas Maxion, Randon e Seeber já estão instaladas e operam suas fábricas, na maior parte da área disponível. No local, são montados longarinas e subsistemas, bem como pintadas as partes plásticas de peças, entre outras atividades. A mais recente integrante desse parque é a Grammer, fornecedora de bancos para os caminhões. Um diferencial e característica marcante da planta de Juiz de Fora é a flexibilidade. De forma inédita, a fábrica não tem em sua produção linhas de arraste. Durante o processo de montagem, os veículos são transportados por aproximadamente 40 unidades de AGVs – Auto Guided Vehicles – veículos autoguiados. O uso de AGVs, que se movem sobre vias indutivas, dispensa a necessidade de estrutura fixa de linha de arraste na linha de montagem, bem como as fundações e estrutura de piso necessárias para este conceito. Embora a solução seja pioneira em termos de Brasil, o sistema de AGVs já é utilizado há quase 30 anos no exterior. Em Juiz de Fora, a Mercedes-Benz produz os caminhões leves Accelo, projeto totalmente brasileiro, e também os extrapesados Actros, top de linha da marca em tecnologia, segurança e conforto. São 176.000 metros quadrados de área útil numa área total de 2.800.000 metros quadrados, ocupados por 900 colaboradores. Também de forma inédita, a Mercedes-Benz do Brasil produz no país um caminhão com tração 8×4, o Actros 4844 para uso em operações off-road de mineração e construção. A nova unidade trabalha em sinergia de planejamento com a planta de São Bernardo do Campo, que produz os caminhões Atego, Atron e Axor, além de chassis de ônibus e agregados. É de lá que chegam todos os agregados. Ambas as plantas estão integradas ao mesmo sistema de produção de veículos comerciais Mercedes-Benz no mundo. Entretanto, apesar da modernidade, Juiz de Fora tem muito pouco a oferecer a São Bernardo, por conta da diferença nos conceitos logísticos. Quando muito, pode contribuir com soluções específicas de processo em algumas das estações de trabalho. No segundo semestre começam os testes da unidade de montagem bruta e pintura, que começará a operar para valer em 2013. Isso é fundamental para que se cumpram os objetivos de crescente nacionalização na produção do Actros. A linha começou com 52%, passa a 64% em 2013 e a 72% em 2014.
Fonte: Agência Estado e Transpo Online
mai 15th, 2012 by admin
Yves Devis indicou que, em conjunto com o irmão, Marc Devis, está “a criar uma rede internacional de empresas associadas” na área do fotovoltaico. Além da Bélgica, a Ikaros Solar está também presente em Itália, no Reino Unido e na Índia, além dos Estados Unidos e da África do Sul – dois países onde procura parcerias.
E se, em Portugal, a presença da energia solar na electricidade que é produzida não chega a 1% do total (cerca de 0,5% no primeiro trimestre deste ano), em países como a Bélgica e a Alemanha, onde a aposta nesta tecnologia é grande, representa hoje 5%. Yves Devis e Duarte Caro de Sousa, director-geral da Ikaros Hemera, acreditam que o caminho é para a redução das tarifas que são pagas aos produtores no fotovoltaico, para que, dentro de pouco mais de um ano, fiquem ao mesmo nível das eólicas (onshore, ou seja, em terra). “As tarifas têm de reduzir-se, porque precisamos de menos subsídios”, defende o sócio belga, que contrapõe todavia a necessidade de, para isso, haver “economia de escala”.
Mas, para que aumente o investimento, são precisas novas regras, assumem os dois responsáveis. Desde logo, facilitar o autoconsumo, tal como acontece hoje noutros países europeus. Yves Devis sublinha que o Governo belga permite o autoconsumo mesmo aos mais pequenos, que não têm de entregar a electricidade produzida à rede, o que faz com que existam pelo menos 2000 instalações domésticas de fotovoltaico no país. Outra alteração que defendem é o aumento do máximo de capacidade que uma unidade pode ter, que, no fotovoltaico, está limitada aos 250 kW.
Centros comerciais, unidades de produção de vinho e outros produtores agrícolas, hotéis e fábricas são alguns dos potenciais clientes para a nova empresa, em Portugal – à imagem do que sucede lá fora com a Ikaros Solar, que trabalha para grupos como o Ikea, o Carrefour, a Philips e a DHL.
Duarte Caro de Sousa aponta quais são as características destes projectos de produção de energia fotovoltaica, nas quais as empresas podem apostar como investimento financeiro. Nas mãos da empresa luso-belga fica a concepção do projecto, o fornecimento e a montagem dos painéis e ainda a gestão e manutenção do sistema. Quanto aos clientes, e tendo em conta a política de subsídios do Governo, “irão produzir electricidade a um preço garantido durante 15 anos, e durante mais 10 anos irão vender electricidade ao mesmo preço a que estão a comprar à rede”, descreve.
Durante 25 anos, segundo a empresa, um investimento de 250.000 euros com capitais próprios deverá possibilitar vendas de 40.000 euros por ano, mais taxas de retorno do investimento (sem financiamento) de 27% e um período de recuperação do capital de cinco anos. Para já, os planos cingem-se ao fornecimento a outras empresas destes serviços na área da mini e da macroprodução fotovoltaica, mas, quando a situação do financiamento bancário melhorar em Portugal, a ideia é avançarem com investimentos próprios na mesma área.
Fonte: Publico PT
mai 14th, 2012 by admin
Acompanhei a saída do último Boeing 737 da VASP do Aeroporto de Congonhas, que ocorreu na madrugada da sexta-feira, 11/05/2011, com um aperto no coração. O caminhão trafegando lentamente junto com sua escolta se assemelhava a um cortejo funeral.
É o fim de um ciclo de uma empresa de mais de meio século de atuação e que em vários momentos foi pioneira no seu segmento. Contribuí no segmento de Encomendas Expressas participando do desenvolvimento e implantação do VASPEX.
A movimentação do “Boeinguinho” toda partiu de Edinei Capistrano, 57, comandante de jatos executivos. Ele arrematou o avião por R$ 140 mil, em fevereiro. O projeto é colocar a carcaça dentro de um terreno de 13 mil m² na área rural de Araraquara, onde mora, e construir um espaço para eventos, como casamentos e festas de 15 anos. O comandante estima que deve gastar o dobro do preço da aeronave com despesas de desmontagem e transporte.
Uma carga tão grande assim só pode circular na cidade das 23h às 4h. Também é preciso pagar uma taxa e ter o trajeto aprovado pela CET. Só o planejamento do trajeto para remover a aeronave durou cerca de 45 dias. Para fazer o transporte, foram necessárias três carretas e uma picape. O avião foi desmembrado em corpo, asas e turbinas.
Fonte: Blog do Rogério e UOL
mai 14th, 2012 by admin
Em comunicado divulgado hoje ao final da tarde, a InterCement, uma das maiores produtoras de cimentos da América Latina, recusou a proposta da administração da Cimpor que, na última sexta-feira, sugeriu a concentração entre a cimenteira portuguesa e o grupo brasileiro, como alternativa à OPA da Camargo Corrêa. No final de Março deste ano, a Camargo, que tem 32,9% da Cimpor, e é o maior accionista, lançou uma OPA sobre a totalidade do capital, aceitando pagar 2,5 mil milhões de euros pelo “takeover” (5,5 euros por acção), valor considerado baixo pela gestão.
O convite a uma fusão, apresentado pela gestão da cimenteira nacional, concretizar-se-ia sem venda de activos e mediante o pagamento de um dividendo extra de até um euro. Uma solução que, diz a gestão, “cria mais valor para os actuais accionistas” da Cimpor, designadamente para os que querem permanecer na empresa como é o caso do empresário Manuel Fino que tem 10,8%. A administração da Cimpor defende que a concentração luso-brasileira é a que melhor protege os interesses da Cimpor, pois cria “sólidas posições em mercados atractivos e de elevado crescimento, ultrapassando os riscos associados” ao seu desmembramento. O plano de reestruturação, pós OPA, entregue pela Camargo na CMVM prevê a integração dos seus activos na Cimpor, por troca das operações da cimenteira nacional, na China, Índia, Turquia, Tunísia, Espanha, Marrocos, e Peru. Numa segunda fase, estes activos passariam para a Votorantim, que, por sua vez, entregaria à Camargo as acções da Cimpor, representativas de 21,2%, o que clarificaria a estrutura accionista.
Na sua resposta ao convite para uma fusão, a Camargo alega que se trata de uma proposta “intempestiva, irrealista e despropositada, porque não atende aos vários interesses em jogo na Cimpor já manifestados publicamente” e “é inaceitável para a própria Cimpor e para o seu futuro.” Os “dois accionistas de referência da Cimpor [Votorantim e CGD] declararam pretender vender as suas participações no âmbito da OPA” da InterCement e “não mostram receptividade a qualquer proposta que não seja a venda” .
A Camargo refere, igualmente, que “a possível fusão, após a venda das participações dos accionistas de referência que declararam a intenção de vender, diminuiria drasticamente a posição relativa dos que não vendessem, ao contrário do que sucederá se a proposta de permutas da InterCement vier a ser aceite, que não terá esse efeito sobre os accionistas.” A Votorantim, o segundo maior accionista, já disse que vendia as suas acções no quadro da OPA, pelo que “a ideia de fusão da InterCement com a Cimpor é inaceitável, pois, como afirmou o Presidente da InterCement ao Expresso, o grupo Camargo Corrêa não colocaria os activos que possui na América do Sul numa empresa em que participe um seu concorrente”. E estranham a posição da administração da Cimpor dado que esta “tem conhecimento da impossibilidade dessa fusão”. Para além da Camargo e da Votorantim, que em conjunto têm mais de 53% da Cimpor, são ainda accionistas da cimenteira a Caixa Geral de Depósitos, com 9,6%, e que já manifestou disponibilidade em vender a sua posição, o Fundo de pensões do BCP, com 10%, que também já disse que vendia, e o empresário Manuel Fino, com 10,7%. A Votorantin tem um acordo para social com a CGD desde 2010.
O interesse da Camargo em controlar a Cimpor já é antigo. Em Dezembro de 2010, ainda sem posição de controlo, apresentou uma proposta de fusão com a Cimpor, a maior cimenteira nacional, prometendo um dividendo extraordinário de até 350 milhões, e sujeitando a oferta à compra de 15% a 25% da Cimpor. A iniciativa surgiu depois da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) ter lançado, a 18 de Dezembro de 2009, uma OPA sobre 100% do capital da Cimpor. A Camargo Corrêa Portugal propunha-se integrar a Camargo Corrêa Cimentos na Cimpor, empresa também disputada pela Votorantim. No final os dois grupos brasileiros ficaram com uma posição na Cimpor e assento na gestão.
Fonte: Publico PT
mai 14th, 2012 by admin
O ‘board’ da Cimpor propõe a fusão com a InterCement sem venda de activos e com o pagamento de um dividendo extra de até um euro.
Após rejeitar, pela segunda vez em cerca de um mês, os termos da oferta da Camargo Corrêa (ver notícia relacionada), que oferece 5,50 euros por acção e prevê alienação de activos, o conselho de administração da Cimpor propõe “uma fusão pós-Oferta entre a Cimpor e a InterCement” que inclui “um dividendo extraordinário de até um euro com o objectivo de permitir a todos os accionistas partilhar a robusta performance financeira da sociedade”.
Essa proposta prevê a não alienação de activos à Votorantim, compromentendo-se a Cimpor, “caso a Votorantim pretenda alienar a sua participação, parcialmente ou na sua totalidade, ou caso tal seja requerido pela Autoridade da Concorrência do Brasil (CADE), prestar o seu apoio e dedicar os seus melhores esforços para que a Votorantim coloque as suas acções no mercado através de uma oferta de acções ou de uma colocação privada, nas melhores condições possíveis que o mercado permita”.
A administração da Cimpor destaca que esta proposta alternativa implica a entrada em três novos países – Argentina, Paraguai e Angola -, criaria a oitava maior produtora de cimento mundial e aumentaria o número de acções em circulação e a liquidez do título.
Para proteger os interesses dos accionistas minoritátios a proposta prevê a definição de uma política de dividendos com um payout mínimo de 45% e a fixação de um limite ao endividamento em 4,5x Dívida/EBITDA.
Consulte aqui a proposta do ‘board’ da Cimpor
Fonte: Diário Económico
mai 13th, 2012 by admin
Hoje é dia de N. Sa. de Fátima.
Sou devoto dela, com bom filho de português.
No lado parterno da minha família, a primeira filha quando nascia recebia o nome de Maria de Fátima. Seguindo esta tradição, minha irmã caçula recebeu o nome como homenagem a Nossa Senhora.
Aproveito este espaço para homenagear também a todas as Mães pelo seu dia comemorado hoje no Brasil, diferentemente de Portugal onde a comemoração é feita no primeiro domingo de Maio.
Veja também a Página de Portugal