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A Vivo passou a ser o nosso passado e a Oi é o futuro”. Zeinal Bava, presidente executivo da Portugal Telecom (PT), não disfarçou a nostalgia com a venda da operadora que foi, durante 12 anos, a menina dos olhos de ouro da PT. A Telefónica, por 7,5 mil milhões de euros, arrematou o que foi o fruto do casamento de conveniência das duas operadoras no Brasil.

Ao mesmo tempo, a PT começou a preparar-se para a sua nova realidade no mercado brasileiro: a parceria acordada com a Oi - com a tomada de 22,4% do capital, investindo até 3,7 mil milhões de euros - prevê investimentos, mas também dará nova escala à operadora.

Uma parceria concretizada com a benção do Governo, quer português, quer brasileiro. Apesar da entrada de um investidor estrangeiro, Lula da Silva, presidente brasileiro, garantiu que “a Oi vai continuar brasileira da silva”. “Enquanto eu for presidente, a empresa vai continuar nacional, porque foi para isso que ela foi criada”, frisou.

Apesar de Lula da Silva ter garantido que “o Brasil não pode e nem poderia ter nenhuma influência nas negociações entre a Telefónica de Espanha e a Portugal Telecom”, as boas relações entre o presidente brasileiro e o primeiro-ministro José Sócrates terão criado o “contexto favorável a esta aliança estratégica”, frisou Henrique Granadeiro, ‘chairman’ da PT. José Sócrates, de resto, classificou o negócio como “excelente”, considerando que “valeu a pena” usar a ‘golden share’ para vetar a venda da Vivo por 7,15 mil milhões de euros.

O primeiro-ministro tinha sido duramente criticado pela decisão de usar as acções especiais, mas a decisão compensou, sobretudo os accionistas: três semanas depois, o valor oferecido pela empresa brasileira aumentou em 350 milhões de euros, para 7,5 mil milhões.

Fonte: Diário Económico

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A escassez de contêineres que causou congestionamentos nas exportações da Ásia diminuiu graças aos esforços urgentes tomados pelas companhias de navegação para reposicionar os equipamentos.
Mas a situação poderá voltar a ser agravada durante o período de pico de embarques, de acordo com forwarders e exportadores.
O diretor do Conselho de Exportadores de Hong Kong, Sunny Ho, disse que há duas semanas o fornecimento de contêineres era um grande problema, “mas a situação melhorou e os exportadores não estão encontrando dificuldades para finalizar bookings com os armadores ou conseguir equipamentos”.
O chairman da Haffa (Associação de Agenciamento de Carga e Logística de Hong Kong), Paul Tsui, disse que o mercado carecia de equipamentos high cube, mas os operadores aumentaram a disponibilidade das uniadades neste mês.
Durante o mês passado, os armadores aumentaram o suprimento de contêineres. A Maersk Line reativou navios ociosos para retornar equipamentos para a Ásia e também incrementou a produção e locação de unidades.
A CMA CGM informou que encomendou 57 mil contêineres para a temporada de pico, além de alugar mais equipamentos que serão destacados para áreas com alta demanda - especialmente na Ásia.
No entanto, a escassez de equipamentos pode ressurgir com a alta temporada. De acordo com a companhia francesa, a falta de contêineres pode se estender por mais 12 meses, “dependendo da evolução do mercado”.

Fonte: Grupo Intermodal e Intelog

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A construtora de aviões Airbus acaba de divulgar as primeiras imagens daquele que pode ser o avião do futuro. Tanto pode estar disponível em 2050 como já em 2030, caso a evolução tecnológica continue ao ritmo atual.

Para além das suas asas longas, este avião conta ainda com outras duas mais atrás, dobradas em forma de U.

Esta aeronave irá consumir muito menos combustível que os atuais, o que significa muito menos emissões de dióxido de carbono para a atmosfera.

As imagens deste avião do futuro foram divulgadas no início desta semana no festival aéreo Farnborough, em Hampshire, na Inglaterra.

Entre as várias inovações apresentadas pela Airbus para o avião do futuro, destaca-se a possibilidade de o passageiro poder observar, com o toque de um simples botão, o mundo cá em baixo, através de uma janela panorâmica que proporciona uma vista única.

Para dar potência aos motores deste avião, a Airbus conta ainda com fontes de energia verde, como pilhas de combustível, painéis solares e, imagine-se, até se propõe aproveitar o calor corporal dos passageiros para alimentar alguns sistemas desta revolucionária aeronave.

Fonte: Expresso PT

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Ricardo Salgado, presidente do BES - o maior accionista da Portugal Telecom (PT) com 7,99% do capital -, confirmou o que o mercado já sabia: a PT está em conversas com a Oi para o estabelecimento de uma parceria. Além desta possibilidade, a PT tem em vista outras alternativas para se manter no Brasil.

Ricardo Salgado foi mais longe e confirmou mesmo que, no decurso das negociações, a Telefónica aceitou subir ligeiramente o preço da oferta por metade da Brasilcel, ‘holding’ que detém mais de 60% da Vivo.

O presidente do BES elogiou a actuação do Governo, que usou a ‘golden share’ para vetar a venda, aprovada em assembleia-geral por 73,9% dos accionistas. Ricardo Salgado sugere que, se houver bons resultados “na conversa com outros intervenientes, brasileiros e internacionais” no Brasil, e uma vez que a Telefónica aceitou subir ligeiramente o preço, o uso da ‘golden share’ pode ter tido efeitos positivos .

Ricardo Salgado, que falava no ‘Hora H’ do ‘Jornal de Negócios’, disse que a PT “tem todas as condições, com o encaixe que fizer [com a venda da Vivo à Telefónica], de voltar a ser uma grande empresa no Brasil, com brasileiros”. Questionado, admitiu a existência de conversas para uma parceria com a Oi, reforçando as “vantagens recíprocas” que esta parceria poderá trazer. A Oi pode entrar no capital da PT e “irem em conjunto para África”, revelou.

Fonte: Diário Económico

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A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) está com um projeto finalizado nas mãos para montar sua própria empresa aérea voltada ao transporte de carga. Com valor total estimado em US$ 400 milhões, o plano dos Correios inclui a aquisição de uma frota de 13 aviões usados do porte de um Boeing 757, com preço médio de US$ 30 milhões por aeronave. A ideia é os Correios recorrerem a apoio financeiro do BNDES.

Para ser dono do negócio, a ECT vai montar uma subsidiária de logística em parceria com um sócio do setor privado. No plano original dos Correios, enviado há alguns meses ao Ministério das Comunicações (MC) e ao Executivo, a ideia era transformar a estatal em uma sociedade anônima (SA), mas essa opção já foi descartada.

“Desistimos dessa opção. Houve rejeição dos sindicalistas, que temiam perder a estabilidade dos funcionários, mas eles não entenderam qual era a nossa proposta, acharam que iríamos abrir capital em bolsa, o que não é a intenção”, disse ao Valor o presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio.

O projeto atual é manter os Correios 100% estatal, mas com participação em uma empresa de logística aérea. Na operação, a ECT quer ser o sócio minoritário, com uma fatia de 49%. O parceiro - uma companhia aérea ou um consórcio de aéreas - fica com 51%. O sucesso do negócio, segundo Custódio, depende do sinal verde do MC e do Executivo. O governo deve publicar uma Medida Provisória que permita aos Correios montar a subsidiária. Pelo modelo atual, a ECT não tem autorização para isso.

José Artur Filardi, ministro das Comunicações, diz que o aval do MC está dado. “Esse é o caminho viável para dar condições aos Correios de concorrerem de igual para igual com os outros”, disse Filardi. “O que se aguarda agora é a palavra final da Presidência [da República].” Ou seja, a decisão está nas mãos do presidente Luis Inácio Lula da Silva.

Atualmente, a ECT gasta R$ 350 milhões por ano com o aluguel de aeronaves. A frota, que pertence a empresas como Airbrasil, Beta, NTA e Rio, soma nove aviões de médio e grande porte. Nas regiões Norte e Nordeste, a distribuição dos Correios se apoia em mais oito aeronaves pequenas. Boa parte dos aviões usados, segundo Custódio, são antigos e consomem muito combustível.

Outro problema é que cada contrato com fornecedor está limitado a uma determinada rota e horário. “Hoje temos uma média de 12 horas de transporte aéreo diário”, diz Carlos Henrique Custódio. “Com nossos próprios aviões, teremos quase 24 horas de voo, com um mínimo de interrupção.”

No projeto dos Correios está a proposta de comprar aeronaves que tenham cerca de 15 anos de voo, usadas por passageiros, para então adequa-las ao transporte de cargas. “Temos de deixar de ser os Correios para nos tornarmos uma empresa de logística”, diz Custódio. “Hoje usamos um modelo de transporte aéreo que atende, mas que tem riscos e limita a expansão dos serviços.”

A reestruturação dos Correios tem sido cobrada insistentemente pelo presidente Lula. No início do ano, a ECT enfrentou uma forte crise em seu transporte de cargas depois que, repentinamente, uma série de aeronovaes deixou de voar. Custódio reconhece a gravidade do problema, mas afirma que boa parte de sua causa deve-se à lentidão para fazer novas contratações.

Nos últimos meses, a ECT tem sido alvo constante de reclamações sobre atrasos. Em meio à pressão que paira sobre a empresa, chegou a ser cogitada a troca de toda a sua diretoria, o que não ocorreu. Na semana passada, o governo exonerou Marco Antonio Oliveira, que ocupava a diretoria de operações dos Correios. As dificuldades atuais da estatal incluem ainda a necessidade de resolver a situação dos contratos com 1,5 mil franqueados, que foram licenciados sem licitação (ver abaixo).

Enquanto tenta resolver seus problemas internos, a ECT vê crescer o apetite da concorrência. Na área de logística, multinacionais como FedEex, DHL e UPS têm ampliado regularmente suas operações no país, sem contar o peso de empresas nacionais como Cometa, TAM Cargo, TNT e VarigLog. “Não é uma equação simples. Hoje empresas como FedEx e DHL têm 500 aviões cada. No Brasil, nós temos mais de 2 mil concorrentes”, diz Custódio. Com o monopólio do transporte de cartas e informes bancários, os Correios tentam se mexer para crescer no transporte de encomendas. “Hoje temos 35% do mercado de entrega expressa. Em cidades como Rio e São Paulo, os ‘motoboys’ são os grandes concorrentes.”

As mudanças na ECT, diz o ministro das Comunicações, José Artur Filardi, são vitais para o sucesso da operação, mas é preciso lembrar que não acontecem de uma hora para a outra. “Não é só a publicação da MP que vai resolver os problemas. As coisas não mudam da noite para o dia.”

Pelas projeções dos Correios, a subsidiária de logística aérea da empresa tem condições de operar em um ano, a partir do momento em que o governo bater o martelo.
Fonte: Valor e Portal Administradores

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A indústria de papelão ondulado registrou vendas de 219,119 mil toneladas no mês passado, o que corresponde a uma alta de 17,22% em relação ao volume de junho de 2009.
Na comparação com maio, quando foram vendidas 227,841 mil toneladas, houve queda de 3,83%, segundo dados preliminares da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO).
Com isso, o volume no acumulado dos seis primeiros meses do ano somou 1,25 milhão de toneladas, 19,49% acima das vendas de igual período do ano passado.
De acordo com o balanço, as empresas do setor venderam um volume médio mensal de 209,439 mil toneladas entre janeiro e junho, acima da média de 189,489 mil toneladas dos 12 meses do ano passado.
Fonte: Valor OnLine e Logweb

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O Ministro do Desenvolvimento dos Recursos Humanos da Índia, Kapil Sibal, apresentou esta semana o portátil  mais barato do mundo que tem ecrã táctil e deverá estar disponível para instituições de ensino já no próximo ano.

O computador foi desenvolvido pelo Instituto Indiano de Tecnologia e Instituto Indiano de Ciência, num país onde o Governo investe cerca de 3% do seu orçamento anual na educação.

O computador, com sistema operativo Linux, vai permitir navegar na Internet e realizar videoconferências, tendo sido criado de forma flexível para permitir acrescentar componentes adicionais de hardware.

“Chegámos a um estágio de desenvolvimento em que, hoje, a placa-mãe (motherboard), processadores, etc. custam um total de 35 dólares (27 euros), incluindo a memória, o ecrã, tudo”, frisou Kapil Sibal em conferência de imprensa.

O ministro indiano disse ainda que este portátil foi desenvolvido pelos principais institutos tecnológicos do país e a meta, a longo prazo, é baixar ainda mais o preço para 20 dólares (15 euros) e depois para 10 dólares (oito euros).

Segundo a edição online do jornal “El Mundo”, Kapil Sibal revelou que já estão a decorrer negociações com fabricantes mundiais para o início da produção em massa destes aparelhos.

Fonte: IP Jornal

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A Força Aérea brasileira (FAB) encomendou 28 aviões militares KC-390 à Embraer com base num acordo alcançado no ano passado, segundo um comunicado difundido nesta quarta-feira no Salão de Farnborough, na Grã-Bretanha.

Em abril de 2009, a Embraer assinou um contrato de 1,3 bilhào de dólares com a FAB para o desenvolvimento de um avião de transporte militar, o KC-390, com capacidade para 19 toneladas e 80 homens.

“O projeto transcorre conforme o plano inicial e a fase de estudos preliminares foi fechada com êxito”, segundo o comunicado da Embraer publicado no Salão Aeronáutico que se realiza na periferia de Londres.

“Esperamos o primeiro voo para 2014 e a entrada em serviço até o final de 2015″, segundo o Embraer.

Fonte: AFP e Portal Exame

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O setor de empilhadeiras, máquinas utilizadas na movimentação de cargas paletizadas, representa cerca de 15% da intralogística (logística interna) das empresas. O resultado reflete o forte mercado de fabricação de máquinas do Brasil.

O consumo dos equipamentos no mercado brasileiro é dividido em duas categorias: elétricas e de combustão. Nas elétricas, a participação dos fabricantes nacionais é de 57%. Já nas de combustão o índice nacional representa 41%.

Fonte: Portal SEGS

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O porto de São Francisco do Sul, no Norte de Santa Catarina, inicia hoje as obras para dragagem do canal de acesso. A obra faz parte do Programa Nacional de Dragagem (PND) e tem recursos do Programa Nacional de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com o projeto, serão retirados 4,3 milhões de metros cúbicos de sedimentos. Com a finalização das obras, o porto passará a ter 14 metros de profundidade, dois a mais que antes do início da operação.

O consórcio Van Oord-Boskalis venceu a licitação da obra, que está orçada em R$ 97,9 milhões. A dragagem do canal externo e interno deve durar aproximadamente sete meses. A expectativa é de que com a ampliação do calado e a possibilidade de atender embarcações maiores, o porto de São Francisco do Sul tenha um aumento de 30% na capacidade de operação.

A ordem de serviço foi assinada na sexta-feira pelo diretor de Planejamento Portuário da Secretaria Especial de Portos, Jorge Luiz Zuma e Maia, em Joinville. O início da obra estava pendente desde o começo do ano em função do licenciamento ambiental. O governador Leonel Pavan foi pessoalmente, em Brasília, pedir agilidade na liberação da licença ao presidente do Ibama, Abelardo Bayma.

Além da dragagem, o porto está recebendo investimentos nos berços de atracação. Em julho do ano passado, foi autorizado o início da licitação para construir o berço 401A. O cais terá plataforma de 19 metros de largura e 280 metros de comprimento e vai atender a navios com capacidade para até 75 mil toneladas. O berço será o novo terminal de cargas a granel. Com isso, o berço 101 vai virar uma área para embarque de contêineres.

A movimentação de carga a granel é a principal atividade do porto de São Francisco do Sul. Em abril, o terminal bateu recorde em movimentação geral. Foram 1.026.245 de toneladas, maior volume movimentado em um único mês na história do porto. A importação e exportação de produtos siderúrgicos puxou o bom resultado do mês.

Em 2009, o porto movimentou 7,5 milhões de toneladas e recebeu 843 navios. O resultado apresentou queda em relação a 2008, quando houve trânsito de 8,3 milhões de toneladas e 807 navios entre os berços públicos e privados.

Fonte: Valor Econômico e NTC

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