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Sede nova da Roche na Suiça - Portal Exame

Sede nova da Roche na Suiça - Portal Exame

A Roche está oferecendo 5,7 bilhões de dólares em dinheiro para comprar a companhia norte-americana de sequenciamento genético Illumina em uma oferta hostil que marca uma maior participação da farmacêutica suíça no campo da tecnologia genética.

A Roche já é a maior fabricante mundial de remédios contra câncer, segmento em que a análise genética está progredindo mais rapidamente. Além disso, é líder em testes de diagnósticos.

O presidente-executivo da Roche, Severin Schwan, disse que a farmacêutica não tem intenção de aumentar sua oferta pelo grupo, sediado em San Diego e fundado em 1998. Atualmente a Illumina tem 2 mil empregados.

A companhia com sede em Basel oferecerá 44,50 dólares em dinheiro por cada ação da Illumina. A Roche tem um pequeno número de papéis da fabricante norte-americana, disse o vice-presidente financeiro da companhia suíça, Alan Hippe.

O negócio poderá ser o maior que a Roche realiza desde que comprou, por 47 bilhões de dólares, o grupo norte-americano de biotecnologia Genentech, e seria custeado com dinheiro já disponível em caixa e seus instrumentos de financiamento, sem demandar condições específicas para financiar.

Fonte: Portal Exame

Turbo Rotunda Coimbra - Expresso PT

A primeira turbo-rotunda de Portugal vai começar a ser construída no mês de fevereiro, em Coimbra, graças a uma parceria entre a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra e a Câmara Municipal. O objectivo é diminuir o congestionamento e o número de acidentes. Clique na foto para acessar o gráfico animado.

Fonte: Expresso PT

vídeo ferry boat moçambique - expresso pt

São sete as embarcações que os estaleiros de Peniche estão a construir para o Governo de Moçambique. Por estes dias segue um ferryboat, desmontado, até ao Lago Niassa, na fronteira com o Malawi

Fonte: Expresso PT

No último exercício a empresa alcançou 287 lojas em 26 países, depois da abertura de sete novos estabelecimentos durante o exercício. Houve um investimento de 1.400 milhões de euros nas rede comercial e 300 milhões na estrutura de produção. A empresa também investiu 40 milhões em instalações de energias renováveis que permitiram uma redução da dependência energética e consequentemente dos custos energéticos.

A cadeira de móveis e decoração encerrou o exercício 2010/2011, com 2.966 milhões de euros em resultados brutos, o que representa um aumento de 10% face ao exercício anterior. As vendas atingiram os 24.700 milhões, um crescimento de mais 6,9% que no ano fiscal anterior.

Através de comunicado a empresa defende que “apesar das dificuldades económicas temos mantinho um crescimento estável e a rentável”. O grupo faz referência ao aumento das vendas em quase todos os países onde está presente e destaca, Rússia, Polónia e China. No total as vendas do grupo cresceram 2,7%.

O presidente do IKEA, Mikael Ohlosson, defendeu que apesar da corrida às matérias primas, o IKEA continuou a baixar nos preços, com uma redução média de 2,6%, graças ao controlo de custos, enquanto “a qualidade dos produtos melhorou”. Por estas razões a margem de lucro diminuiu cerca de 44,2% durante este último ano.

Fonte: Dinheiro Vivo e Diário de Notícias

america-latina - laeconomia

A América Latina e o Caribe deverão sofrer os impactos da crise econômica mundial em 2012. A região deverá reduzir o crescimento para 3,6% este ano, enquanto em 2011 registrou 4,2%. Porém, a previsão para 2013 é a de que o crescimento econômico retorne aos 4,2%. A conclusão faz parte de um estudo do Banco Mundial (Bird) divulgado hoje (18).

Para o Banco Mundial, a região foi afetada pelo enfraquecimento da economia global, pela incerteza gerada pela crise da dívida dos países da zona do euro, pela desaceleração da economia da China e a lentidão de líderes internacionais na execução de políticas para conter os impactos da crise global.

O Banco Mundial recomenda ainda que os líderes dos países em desenvolvimento se preparem para o enfrentamento de mais problemas, avaliando vulnerabilidades e adotando medidas de contingenciamento.

A sugestão é que sejam definida medidas que busquem o financiamento para o déficit orçamentário, priorizando gastos em redes de segurança social e infraestrutura para garantir crescimento de longo prazo e impedir que as instituições bancárias entrem em crise.

Em relação ao cenário mundial, a instituição avalia que a economia global deverá crescer apenas 2,5% em 2012. A crise na zona do euro se agravou em agosto de 2011 coincidindo com o abrandamento do crescimento em vários grandes países em desenvolvimento (Brasil, Índia e, em menor medida, Rússia, África do Sul e Turquia), diz o estudo.

De acordo com o levantamento, os mercados de ações dos países em desenvolvimento perderam 8,5% de seu valor desde o final de julho de 2011. Essa queda combinada com a redução de 4,2% em mercados de alta renda de capital resultaram em perda de US$ 6,5 bilhões – o equivalente a 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global.

Fonte: Agência Brasil e CBCDE

GFI Portugal

GFI Portugal

A GFI Portugal, empresa de informática detida totalmente por franceses, está a “ultimar a criação de filiais em Angola, Cabo Verde e Moçambique, as quais estarão concretizadas ainda este ano”, garante o director geral da empresa, Nuno Santos.

“Não vendemos para França nem Espanha, onde a nossa casa mãe está presente, mas estamos muito apostados em fazer um caminho de internacionalização no espaço da lusofonia, para já em Angola, Cabo Verde e Moçambique”, refere Nuno Santos. E acrescenta que “o Brasil ficará para uma outra ocasião, apesar de estarmos atentos às oportunidades que possam surgir”.

A GFI – Groupe Français d’Informatique é uma empresa multinacional de serviços de consultoria, ‘outsourcing’ e integração de sistemas em tecnologias de informação, com mais de 9.000 profissionais e forte presença nos mercados francês e do Sul da Europa. Cotada na Bolsa de Nova Iorque, e na Euronext Paris, a GFI obteve, em 2010, um volume de negócios de 657 milhões de euros. “O grupo quer crescer a Sul de França, além de ter uma actividade importante em Marrocos e também estar em Espanha”.

Em 2010, a GFI Portugal teve uma facturação de cerca de 29 milhões de euros, mas o ano passado terá sido de “contracção. Esperamos uma correcção entre 10% e 15%, mas prevemos um aumento da rentabilidade das vendas em 10%”, refere o director geral da empresa. Os resultados operacionais ficaram ao mesmo nível de 2010. A GFI Portugal emprega 600 pessoas, das quais 400 se encontram permanentemente a trabalhar em ‘outsourcing’ nos clientes.

Na área do ‘outsourcing’, a GFI Portugal tem responsabilidades na “gestão de algumas plataformas importantes de organizações que são nossos clientes de referência”, nomeadamente no que diz respeito à gestão de grandes bases de dados e serviços de suporte aos negócios, como o da facturação, CRM de grandes clientes, “serviços que fazemos com perfis especializados”, realça Nuno Santos.

No segmento de projectos, a empresa tem uma área de aplicações e outra de infra-estruturas. Na de aplicações procura “dar maior atenção, este ano e no próximo, aos negócios relacionados com o serviço electrónico, onde é relevante toda a componente de interacção virtual”, explica. Já nas infra-estruturas, a GFI dedica-se à instalação e manutenção e à segurança da informação.

“Acreditamos que há um trabalho importante a fazer nas organizações que consomem tecnologia – actualmente já são poucas as que não precisam dela para poderem funcionar – ao nível do que chamamos a orquestração dos processos de negócio”, área em que a GFI está a trabalhar em conjunto com a Microsoft. “Há muitas organizações que têm realidades informáticas internas mal articuladas, porque são montadas com tecnologias diferentes, em diferentes épocas, dificultando a articulação entre elas”, realça Nuno Santos. O director geral da GFI acrescenta que esta desarticulação entre processos “gera desperdícios, nomeadamente no que diz respeito à prestação de informação e ao seu tratamento”. E dá um exemplo: “Um dos maiores contribuintes para o desperdício na gestão da saúde é a má gestão da informação sobre o doente. Quantas vezes não repetimos exames clínicos, que estão actuais, porque o clínico não tem acesso a eles?”

É por isso que a GFI Portugal está a “tentar” convencer o Estado a recorrer ao ‘outsourcing’ em várias soluções informáticas. O Estado representa 25% dos negócios da empresa, mas na área de projectos esse valor ultrapassa os 90%. “Queremos equilibrar o nosso ‘portfolio’ de clientes na área de projectos, diz Nuno Santos.

Fonte: Diário Económico

Uma série de medidas serão adotadas pelo Grupo Pão de Açúcar a fim de reduzir o impacto de emissões de carbono de lojas, escritórios e operações virtuais. O pacote de ações ambientais inclui a eliminação de sacolas plásticas em 700 supermercados.

A iniciativa será colocada em prática ainda este mês, tendo como objetivo diminuir o volume de resíduos ambientais produzidos. O vice-presidente executivo de relações corporativas, Hugo Bethlem, explica que na próxima semana as sacolas plásticas de supermercados, hipermercados e drogarias do Estado de São Paulo começam a ser eliminadas.

Enquanto isso, as sacolas retornáveis terão seus preços reduzidos para incentivar a compra.

Além das retornáveis, o consumidor poderá pagar R$ 0,20 pelas sacolas plásticas biodegradáveis de amido de milho disponíveis nos supermercados da rede. Esta alternativa, testada em Jundiaí, representa apenas 5% do total das vendas.

A partir de fevereiro, serão vendidas também as sacolas verdes de longa duração que devem custar R$ 2,99. Feitas com plástico verde, as sacolas podem ser trocadas nas próprias redes.

O Grupo Pão de Açúcar ainda medirá a poluição em sete categorias através de um sistema de software da alemã SAP que roda na internet. A ideia é medir 16 áreas, incluindo escritórios, 1.800 lojas, e na operação virtual, principalmente na área de logística.

Após verificar quais práticas poluem mais, a empresa poderá elaborar alternativas para reduzir as emissões. Até o momento 1.300 unidades foram avaliadas e espera-se que a fase final de verificação de dados termine ainda neste mês. Em fevereiro, os relatórios serãoo divulgados.

O Grupo também medirá os impactos no transporte de alimentos, sendo este um dos principais desafios de redução. Uma alternativa para este caso será a troca de parte dos 1.700 caminhões movidos a combustível fóssil por veículos elétricos e bicicletas, quando possível.

Apesar de o investimento ser grande, a empresa acredita que as medidas são compensadoras.

Fonte: Portal Exame

Os passageiros vão pagar mais para viajar de avião, depois de várias companhias terem decidido aumentar os preços devido à entrada em vigor do sistema europeu de compensação de emissões de carbono.

A Brussels Airlines, a Air Berlin, a Lufthansa e a Ryanair são algumas das companhias aéreas que já anunciaram q.ue vão repercutir no preço dos bilhetes o aumento de custos gerado pela entrada em vigor a 1 de Janeiro do sistema europeu de compensação de emissões de carbono (ETS – Emissions Trading Scheme, no original em inglês).

A Lufthansa foi a primeira transportadora a anunciar que vai transferir para os passageiros os custo do ETS, adicionando-o à sobretaxa de combustível.

No caso da TAP, a Lusa contactou o porta-voz da companhia, que disse que ainda “está em avaliação” a concretização de uma eventual medida decorrente da entrada em vigor do ETS.

No entanto, numa mensagem publicada no jornal da TAP, em Dezembro, o presidente-executivo da TAP, Fernando Pinto, afirma que o ETS deverá “afectar a factura de custos da TAP em cerca de 15 milhões de euros” este ano.

Fonte: Lusa e Diário Económico

Os passageiros vão pagar mais para viajar de avião, depois de várias companhias terem decidido aumentar os preços devido à entrada em vigor do sistema europeu de compensação de emissões de carbono. A Brussels Airlines, a Air Berlin, a Lufthansa e a Ryanair são algumas das companhias aéreas que já anunciaram q.ue vão repercutir no preço dos bilhetes o aumento de custos gerado pela entrada em vigor a 1 de Janeiro do sistema europeu de compensação de emissões de carbono (ETS – Emissions Trading Scheme, no original em inglês). A Lufthansa foi a primeira transportadora a anunciar que vai transferir para os passageiros os custo do ETS, adicionando-o à sobretaxa de combustível. No caso da TAP, a Lusa contactou o porta-voz da companhia, que disse que ainda “está em avaliação” a concretização de uma eventual medida decorrente da entrada em vigor do ETS. No entanto, numa mensagem publicada no jornal da TAP, em Dezembro, o presidente-executivo da TAP, Fernando Pinto, afirma que o ETS deverá “afectar a factura de custos da TAP em cerca de 15 milhões de euros” este ano.

Fonte: Lusa e Diário Económico

navio2 - newscomex

O transporte marítimo é um dos modais que apresenta menor custo por tonelada transportada. Como têm essa vantagem competitiva, os navios de grande porte são muito procurados, movimentam um número elevado de cargas e consomem grande quantidade de combustível – um óleo ‘pesado’, mais poluente que o diesel. Mas pesquisas recentes apontam que, com o uso de tecnologia, há alternativas para diminuir o impacto ambiental causado por essa atividade.
Um dos últimos estudos sobre o tema – Avaliação das instalações de máquinas em navios visando redução do uso de combustível fóssil – foi desenvolvido pelo engenheiro naval Gilberto Doria do Valle Filho, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Em dezembro passado, após dois anos de pesquisa, ele apresentou uma tese de mestrado em que aponta possíveis soluções para o problema da poluição causada pelo transporte marítimo.
“O trabalho englobou duas questões principais: a redução do uso de combustíveis fósseis e a melhoria do rendimento do modal marítimo”, explica Doria à Agência CNT de Notícias. Segundo ele, mesmo com a descoberta de mais poços de petróleo nos últimos anos, os recursos originados dessa exploração devem servir para financiar pesquisas que busquem soluções sustentáveis ao problema dos danos ao meio ambiente.
Doria enumerou quatro alternativas que podem proporcionar o emprego de energia limpa e mais eficiente: células de combustível, energia eólica, solar e sistemas híbridos. A médio prazo, o primeiro item, destaca o pesquisador, desponta como a melhor opção. “Nas células de combustível, o produto que seria queimado é convertido em energia elétrica usada para alimentar o sistema. O rendimento é até 50% maior”, explica.
Sobre a energia eólica, o estudo aponta a redução de até 30% no consumo de óleo, a partir do uso de modernas pipas projetadas para o uso em rotas com ventos favoráveis. “No caso dos navios, essa fonte ajuda na propulsão, o que diminuiu a utilização de outro combustível”, pontua o pesquisador.
Em relação à energia solar, apesar de ser o recurso mais abundante, Doria adverte que o rendimento proporcionado ao transporte marítimo ainda é baixo. “O desenvolvimento futuro vai trazer novas tecnologias e melhorar esse quadro”, explica. Por último, o sistema híbrido corresponde à combinação das outras três fontes de energia.
Sobre a possibilidade de essas novas tecnologias tornarem mais caras as operações realizadas pelos navios, Doria acredita que tudo será feito à medida que as empresas constatarem que o retorno financeiro é garantido. “Os projetos serão colocados em prática, principalmente, quando se tornarem economicamente viáveis. Essa é uma das conclusões do meu trabalho”, frisa.

Fonte: Agência CNT de Notícias e Logweb

leblon - portal exame

leblon - portal exame

A forte procura por imóveis residenciais e comerciais para alugar fez a taxa de vacância recuar para o menor nível dos últimos dez anos em 2011 e o valor do aluguel explodiu. Os imóveis mais procurados no mercado de locação residencial são apartamentos de um e dois dormitórios. No segmento comercial, áreas para escritórios no Itaim, em São Paulo, e no Leblon, Rio de Janeiro, são as mais cobiçadas e no Rio, os preços já superam os de Nova York.

Uma pesquisa feita pela Cushman & Wakefield South America mostra que o valor do aluguel do metro quadrado no polo de escritórios no Rio, que inclui a zona sul, centro e orla, é de US$ 69,4. Em Nova York, na região de Midtown, próxima do Central Park, US$ 62,6.

O terceiro lugar desse ranking das regiões com aluguel comercial mais alto, à frente de Washington, também é ocupado pelo Brasil, só que pelo polo de escritórios de São Paulo, que inclui áreas nobres como Paulista, Jardins, Faria Lima, Chácara Santo Antônio, entre outras. Nessa região, o preço do metro quadrado está em US$ 60,3.

Segundo Mariana Mokayad Hanania, gerente de pesquisa da C&W, fazia tempo que São Paulo não tinha elevação tão forte no preço dos aluguéis de escritórios; fenômeno frequente no Rio porque a oferta de escritórios é restrita. O preço médio do aluguel do metro quadrado de edifícios classe A no principal polo de escritórios de São Paulo, que inclui Paulista, Jardins, Faria Lima, Itaim, Vila Olímpia, Berrini, Chácara Santo Antônio e Marginal Pinheiros, atingiu R$ 111,8, no terceiro trimestre de 2011. A alta é de 22,6% em relação a igual período de 2010 e de 4,3% ante o segundo trimestre de 2011.

O preço médio mais elevado do metro quadrado de escritórios classe A em São Paulo é o da Faria Lima (R$ 146,3) e o índice de vacância mais baixo é o do Itaim (0,9%), aponta a pesquisa da Cushman & Wakefield.

Portal Exame

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